Colaborões

08|mai|12

| Brasil | Rio de Janeiro

Nem acredito que a minha maior companheira de viajões demorou tanto para aparecer por aqui! Bom, vocês já devem ter flagrado a presença destas piernas (mais cobiçadas do que as da Ivete e Gisele juntas) em alguns dos meus posts, mas nunca foi oficialmente apresentada! Logo abaixo ela já se apresenta cheia de detalhes. Mas o que ela não conta, e eu como a maior parceira de viagens que ela já teve tenho obrigação de contar, é que nós costumávamos dividir a mesma cama durante 6 meses :O e que além de algumas sangrías desatadas por esse mundão, Nicol era meu GPS oficial! Ai ai amiga… desde então tenho me perdido um bocado! E quando não se trata de se perder do corpo em Salvador, não tem graça!

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Que medo e que honra ganhar um espacinho aqui no viajão pra falar um pouco sobre como o Rio de Janeiro continua lindo.

Pra quem não me conhece:

- Prazer Nicole Furtado.

Formada em Publicidade e Propaganda pela Puc-PR, apaixonada por tudo que me tire o fôlego, o chão e de frio na barriga. Isso envolve comidas, pessoas, cinema e viagens. Alias voar sempre foi o meu forte seja a bordo de um avião ou dentro dos meus pensamentos.

Por aqui viajão todo mundo é, mas vou contar pra vocês que fazia um bom tempo, mais de um ano por sinal, que não saia do circuito PR/SC.

Chegamos ao Rio na sexta-feira dia 27 cedo, almoçamos e descansados fomos dar uma volta em Copacabana na tentativa de encontrar um lugarzinho aconchegante pra comer e papear. Seguindo as instruções do recepcionista do hotel, fomos parar no Bar Devassa, em frente à praia de Copacabana, uma boa pedida para uma sexta à noite pra quem não esta afim de “party rock”.

O ruim de viajar sem roteiro, ou sem a companhia da minha guia oficial de viagens (Amanda Malucelli), é não saber o que fazer primeiro na ânsia de conhecer tudo. Mesmo eu que já estive no Rio algumas vezes, ainda não conhecia a vista do pão de açúcar e assim optamos pelo “tour clássicão”.

Fazer o tour de taxi foi a melhor opção, já que visitas guiadas e excursões envolvem pessoas de todas as idades, e velhinhos que demoram um dia inteiro pra subir a escadaria do cristo. Como diz o Fernando (minha companhia de viagem) “tempo é dinheiro” e assim resolvemos fechar um pacote com o Carlos, o motorista que nos levou aos melhores lugares, e de quebra ainda contou historias como a de seu casamento que durou o record de 24 horas, o absurdo que nos
rendeu boas risadas.

O porquê não o trabalhar as segundas feiras também foi motivo de piada a viagem toda:

- “Dia de segunda eu não trabalho não, faço de tudo pra não sair de casa, se precisar boto a chave no congelador e jogo um balde de água em cima. Ai sim, não tem santo que me faca trabalhar”.

Tá sabendo bem o Carlão!

Sobre o Cristo e o Pão de açúcar nem preciso falar que tudo é lindo, e até instiga uma vontadezinha de viver ali, no Rio.

Por desencargo de consciência, decidimos visitar o Maracanã mesmo em reforma, pra efeito de viagem quanto mais lugares se conhece melhor né? Só que não…

É vergonhoso que um estádio daquele porte conhecido pelo mundo todo conte com um museu tão medíocre, logo Brasil que é conhecido como o país do futebol, de onde sairam alguns dos melhores e mais conhecido jogadores do mundo. A visita durou cinco tediosos minutos e ainda não acredito que tivemos que pagar por ela.

A Escadaria Selarón que liga o bairro de Santa Tereza à Lapa para mim, foi o auge. Como acreditar que tudo aquilo foi idealizado e construído por uma pessoa só? O autor da obra é o Chileno Jorge Selarón que após rodar o mundo decidiu estabelecer-se no Brasil, e ali na lapa construiu um dos mais famosos cartões postais da cidade que o renderam o titulo de cidadão honorário do município do Rio de Janeiro. A obra esta em constante manutenção e para que seja possível Selarón recebe doações de azulejos do Brasil todo. Mais informações sobre a escadaria e doações vocês podem encontrar aqui: http://senta.la/egeh .

A Lapa me lembrou Sevilla na Espanha, ir de tapas, pessoas pela rua, gente de todas as nacionalidades. Por ali se encontram centenas de bares e uma infinidade de turistas com seus chapéus panamá e sua havaianas branca segurando seu copo de cerveja na mão. Uma amiga nos deu a dica de procurar o Bar intitulado Rio Scenarium, que oferece o melhor do jazz e MPB. Só não sabíamos que era tão concorrido e que suas filas eram quilométricas. A falta de paciência e o cansaço acabaram nos levando de volta ao hotel.

Uma dica para quem quer aproveitar o Domingão gastando pouco, ou quase nada, é alugar a “Bike Rio” que (funciona num sistema bem parecido com os da Europa) e dar uma volta pela orla já que a pista da direita é interditada para os carros aos domingos, o que possibilita o transito livre de pedestres e ciclistas. Isso sim, é qualidade de vida.

De bike passamos pela orla de Copacabana até chegarmos à praia de Ipanema. Na volta paramos para apreciar a vista da pedra do arpoador que é o palco para assistir o pôr do sol, porém não tivemos esse privilégio pois o tempo estava nublado, sem dúvidas o lugar é lindo e perfeito para um fim de tarde em boa companhia.

Pena que nem em passeios assim nos livramos de idiotas…

Aos viajões de plantão peço desculpas, fui pega de surpresa no convite para escrever aqui, portanto dessa vou ficar devendo a foto pulando. Agradeço pelo espaço cedido, e ao Fer pela companhia e por ter me proporcionado esses momentos lindos.

Foi uma Honra,

Nicole Furtado.

By Amanda
A menina veneno desse blog.

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